O que sobrou de mim?

A vida é uma estante da sala. Na parte de cima, você coleciona alguns poucos troféus, mostra os teus méritos para todos verem e se admirarem por você. Na porta à direita, estão guardadas as boas memórias, cada uma em sua caixinha, uma embalagem que só se abre pelo lacre da nostalgia.

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Você é o meu porquê

Você brincou com meu coração, garoto. Você brincou, brigou, usou e abusou. Você sapateou na única chance que eu havia dado a mim mesmo em amar alguém.

12%

12%.Não sei porque eu demorei os outros 88% pra começar a escrever isso. Na verdade, acho que estava pensando no que não escrever porque o caminho inverso tem sido o menos louco pra mim. Já me peguei três vezes na semana tentando definir algumas coisas sobre o eu. Me vi falando sozinho o trabalho, chorando... Continue lendo →

A grande tese

"Não se afobe, os seres humanos são inconclusos e inacabados, um amontoado prematuramente desfeito que em ambiguidades se espalham. Sou assim essa colcha de retalhos que em cada parte carrega um sopro de vida, um apego existencial ignóbil"

Despropósitos da incerteza

"Tenho a lucidez do observador, tenho a passividade de quem apenas finta tudo ao seu redor em uma espreita distante transfigurada em sonho."

O acompanhante paradoxal

"Eu, o escriba, o letrado, o que em ato egoísta para salvar-se, escreve o mundo mesmo sabendo que o profana"

Gay, solteirão e por que não?

"Aos poucos, cheguei no consenso de que não basta ter meios amores. Eu não quero metades e não quero o que não for verdadeiro. Eu não quero voltar a chorar por ter feito, mais uma vez, uma escolha errada."

Indisponível para o complicado

"A força se perdeu aos poucos nos baques que a vida dá na gente. A vontade evaporou, aos poucos, com o sol da amargura."

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